Abrindo o livro…
Início
O sétimo livro da Bíblia: o povo esquece, clama, e Deus manda juízes. No fim, cada um faz o que parece bem aos seus olhos.
Josué descansou. Subiu outra geração, que não conhecia o Senhor. O povo deixou altares. Deus ainda falava.
Otniel livra. Eúde leva um recado e abre a porta da liberdade. Sangar livra com uma aguilhada de bois.
Débora julga debaixo da palmeira. Chama Baraque. Jael ajuda. Depois cantam: os que amam o Senhor são como o sol.
O Anjo do Senhor acha Gideão no lagar. O Senhor é paz. Gideão derruba o altar de Baal e pede um sinal no velo.
Deus reduz o exército. Restam trezentos com cântaros e trombetas. A vitória é do Senhor. Gideão recusa ser rei.
O filho de Gideão mata os irmãos para reinar. Jotão conta a parábola das árvores. O mal volta sobre a cabeça dele.
Tola e Jair julgam. O povo clama. Jefté, que os irmãos tinham expulsado, volta e livra. Um voto triste ensina a não falar depressa.
O Anjo do Senhor promete um filho a Manoá. O menino será nazireu. O nome Dele é admirável.
Sansão quer uma mulher em Timna. O Espírito o faz forte. Os filisteus o provocam. Ele julga Israel vinte anos.
Sansão conta o segredo. Perde a força. No fim clama ao Senhor. As colunas caem. Ele julgou vinte anos.
Um homem faz um ídolo em casa e contrata um levita. A tribo de Dã leva tudo. Cada um fazia o que parecia bem.
O livro fecha com uma história muito triste em Gibeá, uma guerra entre irmãos e um povo sem rei. Deus ainda guarda um caminho.