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Sansão, Dalila e as colunas
Juízes 16:1–31
Segredo
A navalha nunca subiu à minha cabeça
Sansão amou a uma mulher no vale de Soreque, cujo nome era Dalila. Os príncipes dos filisteus disseram: seduze-o, e vê em que está a sua grande força. Três vezes Sansão mentiu: cordas, cordas novas, teias de pano no cabelo. Dalila o apertou cada dia com as suas palavras. “Apertou-o tanto, que a sua alma se angustiou até a morte.” Contou-lhe todo o seu coração: navalha nunca subiu à minha cabeça, porque sou nazireu. Se for rapado, a minha força se irá. Ela o fez dormir, e mandou rapar as sete tranças. Ele acordou: sairei como as outras vezes. “Porém ele não sabia que já o Senhor se tinha retirado dele.” Os filisteus o prenderam e o puseram a moer no cárcere. Porém o cabelo da sua cabeça começou a crescer.
E ela disse: Os filisteus sobre ti, Sansão. E despertou do seu sono, e disse: Sairei ainda esta vez como das outras, e me livrarei. Porém ele não sabia que já o Senhor se tinha retirado dele.
Juízes 16:20Fim
Lembra-te de mim, ó Deus
Os príncipes dos filisteus se ajuntaram para oferecer sacrifício a Dagom: nosso deus entregou Sansão. Chamaram Sansão para brincar. Ele pediu ao moço que o guiava: apalpa-me as colunas em que se sustém a casa, para que me encoste a elas. A casa estava cheia. Sansão clamou ao Senhor: Senhor Jeová, lembra-te de mim, e fortalece-me só esta vez. Abraçou as duas colunas do meio. A casa caiu. Os irmãos o levaram e o sepultaram entre Zorá e Estaol, no sepulcro de Manoá seu pai. Tinha julgado a Israel vinte anos. Até no fim, a força que importa é a que se pede a Deus, não a que se guarda como segredo próprio.
Sansão, pois, clamou ao Senhor, e disse: Senhor Jeová, peço-te que te lembres de mim, e fortalece-me agora só esta vez, ó Deus, para que de uma vez me vingue dos filisteus, pelos meus dois olhos.
Juízes 16:28