Início · Juízes
Cada um fazia o que parecia bem
Juízes 19:1–21:25
Gibeá
Uma noite muito triste
Naqueles dias, um levita e a sua concubina viajavam. Em Gibeá, na terra de Benjamim, uns homens maus fizeram um mal enorme. A mulher morreu. O levita mandou um recado a todo o Israel. O povo se ajuntou e chorou. Quando não há rei, e cada um faz o que parece direito aos seus olhos, os fracos sofrem. O livro não esconde isso. Também não conta os detalhes para a criança imitar. Conta para a gente pedir a Deus um coração que protege, não um coração que machuca.
E sucedeu que todos os que viam isso diziam: Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os filhos de Israel subiram da terra do Egito, até ao dia de hoje; ponderai isto, considerai, e falai.
Juízes 19:30Fim
Não havia rei em Israel
Houve guerra entre irmãos. Benjamim quase acabou. Israel chorou: um tribo falta hoje em Israel. Procuraram um jeito de as famílias continuarem, e isso também foi confuso e triste. O último versículo do livro diz outra vez: “Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia direito aos seus olhos.” Juízes termina assim, com o coração aberto. O próximo livro, Rute, acontece nesse mesmo tempo — e mostra que, mesmo quando o país está bagunçado, Deus ainda escreve uma história de bondade, uma família, um caminho até Davi.
Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia direito aos seus olhos.
Juízes 21:25