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Balaão e a jumenta
Números 22:1–24:25
No caminho
A jumenta viu o anjo
Israel acampou nas campinas de Moabe. Balaque, rei de Moabe, teve medo e chamou Balaão para amaldiçoar o povo. Deus disse: não irás, este povo é abençoado. Balaão ainda quis ir. No caminho, a jumenta viu o anjo do Senhor — uma luz no caminho, sem rosto — e parou. Balaão bateu nela. Então o Senhor abriu a boca da jumenta, e depois os olhos de Balaão. Até um profeta precisa aprender a parar quando Deus fecha a estrada.
Então o Senhor abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me feriste já três vezes?
Números 22:28Palavra
Como amaldiçoarei a quem Deus não amaldiçoa?
Balaque levou Balaão a três montes. Cada vez Balaão mandou levantar altares. Cada vez a palavra que saiu foi bênção, não maldição. “Deus não é homem, para que minta.” Ele viu Israel como jardins junto ao rio, como cedros. Falou de uma estrela de Jacó. Balaque ficou irado. Mas a palavra de Deus não se aluga. Quem Deus abençoa, homem nenhum desfaz.
Como amaldiçoarei a quem Deus não amaldiçoa? E como denunciarei, quando o Senhor não denuncia?
Números 23:8Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?
Números 23:19