A cruz
Na verdade, este homem era justo
Levaram Jesus a Pilatos. Pilatos disse: não acho culpa alguma neste homem. Também Herodes o desprezou. A multidão pediu Barrabás. Pilatos o entregou. Simão, o cireneu, lhe levou a cruz. Chegados ao lugar da Caveira, o puseram numa cruz. De longe se via o monte. Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Um dos malfeitores disse: Senhor, lembra-te de mim. Jesus: hoje estarás comigo no paraíso. Houve trevas. Jesus clamou: Pai, nas tuas mãos encomendo o meu espírito. O centurião glorificava a Deus: na verdade, este homem era justo. José o pôs num sepulcro de pedra, onde nunca ninguém havia sido posto.
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos encomendo o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.
Lucas 23:46Emaús
Não ardia em nós o nosso coração
No primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram as mulheres ao sepulcro. Acharam a pedra revolvida. Dois homens em vestes resplandecentes — como luz — disseram: por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Pedro correu ao sepulcro. Naquele mesmo dia, dois iam para uma aldeia chamada Emaús. Jesus se chegou, e ia com eles — nesta história o vemos de costas, no caminho. Explicava-lhes as Escrituras. À mesa, partiu o pão. Abriram-se-lhes os olhos, e ele desapareceu. Não ardia em nós o nosso coração? Voltaram a Jerusalém. Depois os levou fora, até Betânia, e, levantando as mãos, os abençoou. E aconteceu que, abençoando-os, se apartou deles, e foi elevado ao céu. O livro fecha. A história continua em João.
Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia,
Lucas 24:6