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Caiu, caiu a grande Babilônia
Apocalipse 15:1–18:24
Cântico
Grandes e maravilhosas são as tuas obras
E vi outro grande e admirável sinal no céu: sete anjos, que tinham as sete últimas pragas. E vi como um mar de vidro misturado com fogo. E os que tinham vencido a besta, estando sobre o mar de vidro, tinham as harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo. Depois disto, olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho se abriu no céu. E os sete anjos saíram.
E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos.
Apocalipse 15:3Vazia
Sai dela, povo meu
E ouvi uma grande voz do templo, que dizia aos sete anjos: ide, e derramai sobre a terra as sete taças da ira de Deus. A terra ficou quieta. As águas se fizeram diferentes. A cidade das trevas se apagou. E veio um dos sete anjos, e falou comigo, dizendo: vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta. Vi uma mulher assentada sobre uma besta. Na sua testa um nome escrito: mistério, a grande Babilônia. Depois disto, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder. Caiu, caiu a grande Babilônia. E ouvi outra voz do céu, que dizia: sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados. A cidade que se achava rica ficou vazia. Alegre-se sobre ela o céu.
E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.
Apocalipse 18:4